Mastologia - Oncoplastia

Suporte integral, em cada etapa, no cuidado da saúde da mama.

TRAJETÓRIA E VOCAÇÃO

Dr. Sandro Prior

Nascido no Rio de Janeiro e filho de cirurgião, o interesse pela medicina surgiu precocemente ao acompanhar a rotina médica do pai. Durante a formação em Cirurgia Geral, a vivência em emergências de trauma e plantões em UTI forjou sua capacidade de decisão em momentos críticos e um profundo respeito pela finitude humana.

Compromisso Ético

Atuação transparente, segura e sempre pautada nas melhores e mais atuais evidências científicas da medicina.

Olhar Humano

Empatia, escuta ativa e respeito integral frente às necessidades e vulnerabilidades de cada paciente.

Excelência e Interdisciplinaridade

Aprimoramento técnico constante e trabalho em equipe.

Avaliações

Relatos de pacientes que vivenciaram meu acolhimento e cuidado integral além da doença.
Especialidades
ESPECIALIDADES

Áreas de Atuacão

Minhas áreas de atuação dedicadas ao rastreamento, diagnóstico preciso e tratamento integral da saúde das suas mamas.

Rastreamento e Genética

Avaliação de histórico familiar e risco hereditário (como mutações BRCA1/BRCA2) para traçar estratégias preventivas e de rastreamento personalizado.

Investigação de Alterações Radiológicas

Análise minuciosa de achados em exames de imagem, como nódulos, calcificações, assimetrias ou espessamentos mamários, definindo a conduta exata para cada caso.

Diagnóstico e Biópsias

Indicação e acompanhamento de biópsias (retirada de fragmentos para análise) de forma segura e planejada, fundamental para definir diagnósticos benignos ou malignos com precisão.

Tratamento do Câncer de Mama

Cuidado oncológico completo, desde o estadiamento clínico e radiológico até a definição cirúrgica e sistêmica. Foco na cura e na preservação da qualidade de vida, utilizando terapêuticas avançadas.

PASSO A PASSO

Seu cuidado, em etapas

1

Consulta e Avaliação

Investigo detalhadamente suas queixas, sintomas e histórico familiar de saúde.
2

Análise de Exames

Avalio minuciosamente seus exames de imagem em busca de qualquer alteração.
3

Diagnóstico Preciso

Se houver alterações suspeitas, planeio a biópsia correta para definir a lesão.

4

Tratamento Integral

Estruturo uma conduta personalizada focada na sua cura e no seu bem-estar.

Atendimento
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FAQ

Perguntas freqêntes

A mamografia de rotina é recomendada anualmente para mulheres a partir dos 40 anos. No entanto, se você tiver histórico familiar de câncer de mama, o rastreamento deve ser personalizado e pode começar bem antes, por volta dos 25 a 30 anos.

A relação entre histórico familiar, genética e o risco de desenvolvimento de câncer de mama

Quando falamos em câncer de mama, os fatores de risco são pontos importantíssimos para ajudar a definir o rastreamento da doença, visando o diagnóstico nos estágios iniciais. Temos a oportunidade de discutir medidas redutoras de risco, como mudança no estilo de vida, cirurgia e quimioprevenção.

Por exemplo: quando a paciente tem parentes em primeiro grau com histórico da doença, ou exames genéticos que acusem mutações BRCA1 ou BRCA2, a recomendação é realizar mamografia anualmente a partir dos 30 anos de idade, e ressonância magnética anual a partir dos 25 anos de idade.

Quando o risco para desenvolvimento da doença é superior a 20%, o rastreamento deve ter início dez anos antes da idade em que o parente mais próximo da paciente foi diagnosticado. Nesse caso, da mesma maneira a mamografia deve ser feita todos os anos a partir dos 30 anos de idade, e a ressonância magnética a partir dos 25 anos de idade.

Mas você sabe em que circunstâncias deve ser realizada a testagem genética e como é feito o cálculo de risco para desenvolvimento da doença? Vamos ver juntos a seguir.

Hereditariedade e genética

A hereditariedade é responsável por 5% a 10% dos casos de câncer de mama. A herança pode ser causada por mutações genéticas, como a dos genes BRCA1 e BRCA2, que aumentam significativamente o risco de desenvolver câncer de mama, e são transmitidas de geração em geração, estando assim associadas a uma maior frequência de casos de câncer em uma determinada família.

Mulheres com mutação nos genes BRCA1 ou BRCA2 têm um risco estimado de 45% a 65% de chance de desenvolver câncer de mama até os 70 anos de idade. Ter um histórico familiar de câncer de mama, câncer de ovário e pâncreas, especialmente em parentes de primeiro grau, como mãe, irmã ou filha, é determinante para traçar uma estratégia de rastreamento que aumente as chances de diagnóstico precoce.

Como funciona a testagem genética para câncer de mama

A testagem genética pode ser feita em amostras de sangue, saliva ou de um cotonete da parte interna da bochecha, e são enviadas para um laboratório para análise.

Esses testes podem identificar a presença das mutações, ajudando médicos, pacientes e familiares a tomar decisões com relação aos exames de rastreamento e até mesmo cirurgias, como a mastectomia redutora de risco. No entanto, nem todas as pessoas precisam ou devem ser testadas, e para cada indivíduo devem ser considerados cuidadosamente os prós e contras de fazer o teste genético.

Um bom aconselhamento genético antes e depois do teste é importante para ajudar a entender os resultados e decidir os próximos passos.

Por exemplo, se o teste genético mostrar que a pessoa tem uma mutação conhecida por causar câncer de mama hereditário, ela pode tomar medidas para reduzir o risco de desenvolver a doença ou para detectá-la precocemente.

No entanto, é importante ressaltar que a testagem genética não é capaz de identificar a causa de todos os cânceres de mama hereditários, uma vez que nem todos os genes envolvidos nessa doença são conhecidos.

Sendo assim, de maneira geral podemos indicar as seguintes situações em que a testagem genética é recomendada:

  • Mulheres que foram diagnosticadas com câncer de mama em idade precoce, aquelas com histórico familiar da doença em idade jovem, mais de um membro da família com câncer de mama, câncer de mama bilateral, ou câncer de mama em um membro masculino da família;
  • Pessoas com um parente próximo com histórico de câncer de ovário, câncer de pâncreas ou câncer de próstata metastático;
  • Mulheres com histórico familiar de câncer de mama em idades jovens, e câncer de ovário.

Por outro lado, a testagem genética não deve ser recomendada em algumas situações, como:

  • Mulheres diagnosticadas com câncer de mama após os 60 anos, que não têm parentes próximos com câncer de mama, câncer de ovário, câncer de pâncreas ou câncer de próstata;
  • Homens diagnosticados com câncer de próstata em estágio inicial ou de crescimento lento, que não têm parentes próximos com câncer de mama, câncer de ovário, câncer de pâncreas ou câncer de próstata.

É muito importante lembrar que os resultados do teste genético nem sempre são claros e que o conhecimento desses resultados, seja positivo ou negativo, pode ter efeitos prejudiciais nas emoções, nos relacionamentos sociais, nas finanças e até nas escolhas médicas de uma pessoa.

Por isso, é essencial que as pessoas que consideram a testagem genética recebam aconselhamento adequado, e tenham a todo tempo o acompanhamento de um médico capacitado para ajudar nesse processo.

Cálculo de risco para desenvolvimento de câncer de mama: como funciona?

O cálculo do risco de desenvolvimento de câncer de mama com base no histórico familiar pode ser feito por meio de diferentes métodos e ferramentas. Esses cálculos levam em consideração variáveis como a presença da doença em parentes de primeiro grau, como mãe, irmã e filha, a idade em que o câncer foi diagnosticado nessas pessoas e também a presença de câncer de mama em parentes masculinos.

Uma das ferramentas utilizadas para calcular o risco de câncer de mama é o CanRisk, um sistema online que permite aos profissionais de saúde estimar os riscos futuros de um indivíduo desenvolver câncer de mama e ovário com base em informações como idade, histórico familiar e resultados de testes genéticos.

Outro método de cálculo de risco é o uso de questionários, como o Family History Screen-7, também conhecido como FHS-7, que inclui perguntas sobre idade, raça, idade da primeira menstruação e histórico familiar de câncer de mama. Esses questionários são usados para identificar indivíduos com maior probabilidade de desenvolver a doença e encaminhá-los para avaliação e acompanhamento adequados.

Precisamos ressaltar que o cálculo do risco de câncer de mama com base no histórico familiar não leva em consideração outros fatores de risco, como histórico de irradiação, diagnóstico positivo para determinadas doenças genéticas, data da primeira menstruação e da menopausa, histórico reprodutivo e até estilo de vida, como consumo de álcool e cigarro, sedentarismo e obesidade, entre outros.

Por mais que seja um cálculo, essa não é uma ciência exata, e são muitos fatores a serem considerados para chegar a uma linha de conduta de rastreamento da doença, diagnóstico e tratamento.

O que é a biópsia das mamas

Quando os exames radiológicos em mastologia encontram alguma alteração, seja um nódulo, calcificações ou uma distorção focal, o médico que acompanha a paciente pode solicitar uma biópsia das mamas.

A biópsia de mama é um procedimento no qual é retirado um pequeno fragmento do achado suspeito para que seja feita uma análise em laboratório, chamada de exame anatomopatológico.

Existem alguns tipos de biópsias, que podem ser diferentes entre si. As características das biópsias variam em função:

  • Do tamanho, do tipo e da localização da lesão;
  • Do tamanho da mama;
  • Da espessura da agulha utilizada;
  • De o achado suspeito ser único ou múltiplo;
  • Do histórico de saúde da paciente;
  • Da disponibilidade de tecnologia;
  • Das preferências da paciente e das necessidades do médico.

Também podem ser realizadas biópsias de linfonodo e biópsias cirúrgicas.

Resultados da biópsia de mama

O resultado da biópsia pode revelar uma alteração benigna ou maligna. No caso das alterações benignas, a maior parte é causada pelo conjunto adenoses, alterações fibroadenomatoides e alterações fibrocísticas.

Já as alterações malignas, que são indicativas de câncer de mama, trazem a informação do tipo histológico do câncer. Os subtipos moleculares serão definidos no estudo imunohistoquímico no mesmo material que foi biopsiado. Essa definição é fundamental para definir o tratamento mais eficaz para cada caso.

A conduta médica depende do tipo de câncer encontrado, estadiamento clínico radiológico e de particularidades de cada paciente. Na maioria dos casos, quando identificado precocemente, o câncer de mama é curável, com cirurgias menos complexas e tratamentos sistêmicos menos agressivos.

Porém, com desenvolvimento científico-tecnológico-farmacológico, mesmo os tumores mais agressivos, ou localmente avançados, tiveram grande incremento na terapêutica.

Alterações radiológicas em mastologia

Quando um paciente faz exames de imagem nas mamas, que podem ser a mamografia, a ultrassonografia, a ressonância magnética ou uma combinação entre eles, algumas vezes o laudo apresenta indicação de alterações radiológicas como calcificações, nódulos, assimetria e espessamento do tecido mamário, dentre outros.

Como essas alterações podem ou não estar relacionadas ao câncer de mama, a avaliação do médico é imprescindível para definir qual será a conduta. Neste artigo vamos falar um pouco mais sobre quais são as alterações radiológicas em mastologia e seu significado.

Principais alterações radiológicas em mastologia

Existem muitos cenários possíveis e, como já dissemos em outros artigos, os exames radiológicos podem apresentar classificações BIRADS distintas em um mesmo paciente. Assim, podemos elencar algumas das principais alterações radiológicas em mastologia.

Calcificações

As calcificações, como o próprio nome já sugere, são depósitos de cálcio que aparecem como pontos brancos na mamografia. Essas calcificações podem ser benignas ou malignas, dependendo do padrão e da distribuição na mama. Existem diferentes tipos de calcificação, que incluem:

  • Calcificações vasculares: são lesões lineares que indicam o acúmulo de sais de cálcio na camada média da artéria presente na mama.
  • Calcificações compostas por oxalato de cálcio dihidrato: calcificações ácidas, em forma de poliedro, que ocorrem em cerca de 10 a 15% dos casos.
  • Calcificações cutâneas: são calcificações presentes na pele.
  • Calcificações grosseiras: calcificações do tipo “pipoca”.
  • Calcificações pleomórficas e agrupadas: necessitam de investigação. Podem ser lesões precursoras ou carcinomas em estágio inicial.
  • Calcificações pleomórficas e segmentares: necessitam de investigação.

A classificação das calcificações em benigna, intermediária, provavelmente maligna e maligna leva em consideração características como tamanho, forma e distribuição.

Nódulos

Os nódulos mamários são massas sólidas que aparecem como áreas brancas na mamografia. Sua textura é diferente do tecido mamário ao redor, sendo caracterizados por um espessamento ou uma saliência. Existem tipos diferentes de nódulos que podem ser encontrados nas mamas, e nem todos são indicativos de câncer.

  • Fibroadenoma: é o tipo mais comum de nódulo mamário benigno, geralmente encontrado em mulheres jovens. É uma lesão sólida, bem definida e móvel, que pode crescer ou diminuir de tamanho ao longo do tempo.
  • Cistos: são sacos cheios de líquido que podem se formar nas mamas. Eles são mais comuns em mulheres na pré-menopausa e podem causar dor ou desconforto.
  • Tumor phyllodes: é um tipo raro de nódulo mamário que pode ser benigno ou maligno. É uma lesão sólida, bem definida e móvel, que pode crescer rapidamente.
  • Câncer de mama: é um tipo de nódulo mamário maligno que pode ser detectado por meio de exames de imagem, como a mamografia.

Assimetria das mamas

A assimetria das mamas em exames radiológicos ocorre quando uma mama parece diferente da outra nas imagens. Pode ser causada por fatores diversos, como:

  • Anormalidades esqueléticas: os seios podem parecer assimétricos devido a anormalidades nos ossos da coluna ou nas costelas.
  • Coluna curvada: a escoliose é uma condição em que a coluna vertebral é curvada, o que pode fazer com que os seios pareçam assimétricos.
  • Diferenças hormonais: as mudanças hormonais durante o ciclo menstrual podem fazer com que os seios pareçam assimétricos.

Espessamento mamário

O espessamento mamário é caracterizado pelo aumento da densidade do tecido mamário, o que pode tornar a mamografia mais difícil de interpretar. Pode ser causado por uma variedade de fatores, incluindo:

  • Alterações hormonais: mudanças hormonais características do ciclo menstrual.
  • Alterações funcionais benignas das mamas: a mastalgia, dor mamária, é o principal sintoma das alterações funcionais benignas das mamas, caracterizadas além da dor, pelo espessamento e nodularidade do tecido mamário.
  • Cistos mamários: os sacos contendo líquido que podem se formar nas mamas também podem causar espessamento.
  • Fibroadenomas: esse tipo de nódulo, que se origina nos tecidos glandulares e fibrosos das mamas, podem causar espessamento.

O que fazer diante de alterações radiológicas

Uma vez que o laudo dos exames apontam alterações radiológicas, é preciso avaliar junto ao médico responsável qual será a conduta adotada para cada caso. Pode ser que seja necessário realizar uma biópsia, ou outros exames complementares para confirmar o diagnóstico.

Diagnóstico de câncer de mama: primeiros sinais, estágios e prognóstico

O câncer de mama é uma condição que afeta milhões de mulheres em todo o mundo, mas o diagnóstico precoce desempenha um papel crucial na eficácia do tratamento. Neste artigo, vamos falar um pouco mais sobre como o câncer de mama é diagnosticado, quais costumam ser os primeiros sinais da doença, os estágios da avaliação clínica e os tipos mais comuns de câncer de mama, além de abordar um pouco do prognóstico das pacientes.

Diagnóstico do câncer de mama: como é feito

O diagnóstico do câncer de mama envolve uma série de fatores, e inclui exames clínicos, exames de imagem e, em alguns casos, procedimentos mais invasivos. A detecção precoce da doença é fundamental para aumentar as chances de tratamento bem-sucedido, então o rastreamento do câncer de mama também é muito importante, especialmente quando a paciente apresenta fatores de risco.

Autoexame

Essa prática é simples, mas muito valiosa. Quando a mulher conhece seu corpo e faz o autoexame regularmente, tem muito mais condições de perceber alterações como nódulos, inchaços ou alterações na pele assim com mais facilidade e rapidez.

Exames clínicos realizados pelo médico

São exames feitos em consultas de rotina com o ginecologista e obstetra. Os profissionais avaliam a textura, tamanho e forma dos seios em busca de quaisquer anomalias.

Exames de imagem

Os exames de imagem utilizados no diagnóstico do câncer de mama são fundamentais para definir o tratamento mais adequado, sempre que for o caso. Podem ser:

Mamografia

A mamografia é um exame de raios-X dos seios que pode detectar pequenos tumores antes mesmo de serem palpáveis no exame clínico. Deve ser realizada anualmente em pacientes com 40 anos ou mais, ou de acordo com a recomendação médica nos casos em que houver fatores de risco.

Ultrassonografia

A ultrassonografia das mamas é muito útil para avaliar nódulos ou outras alterações identificadas na mamografia, como exames complementares entre si. Esse tipo de exame fornece uma imagem mais detalhada da área afetada e pode dar ao médico especialista dados mais específicos da condição de saúde da paciente.

Ressonância Magnética

Em casos mais complexos, a ressonância magnética das mamas pode ser usada para obter imagens mais detalhadas, auxiliando na determinação do tamanho e na extensão do câncer.

Biópsia

Em alguns casos, os achados dos exames de imagem das mamas podem resultar na solicitação de uma biópsia. Este procedimento envolve a coleta de uma amostra do tecido para análise laboratorial, determinando se as células são cancerosas ou não e, em caso positivo, em que estágio está a doença.

Primeiros sinais de câncer de mama

Reconhecer os primeiros sinais do câncer de mama é crucial para um diagnóstico precoce. É durante o rastreamento do câncer de mama que podemos encontrar alguns dos sintomas mais comuns, que incluem:

  • Nódulos ou massas;
  • Mudanças na textura ou no aspecto da pele, como vermelhidão, descamação ou inchaço;
  • Descarga mamilar: secreção que sai pelo mamilo, especialmente do tipo sanguinolenta;
  • Alterações no mamilo: mudanças no formato e até mesmo na posição do mamilo, bem como retrações no tecido em volta dele.

Quais os estágios do câncer de mama

A avaliação clínica do câncer de mama é categorizada em estágios, sendo que cada um representa a extensão ou a gravidade da doença. Associar os achados nos exames clínicos, de imagem e de sangue a um estágio é uma maneira de determinar que curso de tratamento é mais apropriado para cada paciente.

Os estágios do câncer de mama são:

  • Estágio 0: as células cancerosas estão presentes, mas não invadiram os tecidos circundantes. Geralmente é detectado por meio de mamografias.
  • Estágio I: o câncer é pequeno e ainda não se espalhou para os gânglios linfáticos ou outras áreas da mama.
  • Estágio II: o câncer pode ser maior ou ter se espalhado para os gânglios linfáticos próximos, mas ainda está localizado apenas na mama.
  • Estágio III: o câncer é grande, pode ter se espalhado para os gânglios linfáticos e começado a invadir tecidos adjacentes às mamas.
  • Estágio IV: estágio mais avançado da doença, em que o câncer se espalhou para órgãos distantes do local original nas mamas.

Tipos de câncer de mama

Existem vários tipos de câncer de mama, cada um com características distintas. Alguns dos tipos mais comuns incluem o Carcinoma Ductal In Situ, também conhecido como CDIS, em que as células cancerosas estão presentes nos ductos mamários, mas não invadiram os tecidos circundantes; e o Carcinoma Lobular In Situ, também conhecido como CLIS, em que células anormais são encontradas nos lobos da mama, mas não se espalharam para outras áreas.

Já o Carcinoma Invasivo, como o próprio nome já sugere, apresenta células cancerosas que invadem os tecidos circundantes do tecido mamário, podendo se espalhar rapidamente para outras partes do corpo.

Prognóstico do câncer de mama

O prognóstico do câncer de mama, ou seja, o parecer que o médico dá a cada paciente quando acontece o diagnóstico da doença, pode variar muito de pessoa para pessoa.

Vários fatores influenciam nessa estimativa. Veja só:

  • Estágio do câncer no momento do diagnóstico: geralmente, estágios mais precoces têm um prognóstico mais favorável, pois o tratamento pode ser mais eficaz. Por isso, fazer exames de rotina e rastreamento é tão importante.
  • Tipo de câncer: cada tipo de câncer tem uma maneira diferente de responder ao tratamento. Os tipos mais agressivos, ainda que diagnosticados precocemente, podem não ter uma resposta tão boa quanto desejado.
  • Resposta ao tratamento: cada organismo responde de uma maneira ao tratamento. Assim, é preciso avaliar os resultados de uma cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou outras terapias direcionadas para fazer um prognóstico mais preciso para as pacientes.
  • Histórico médico e idade da paciente: histórico familiar, pessoal e estado geral de saúde da paciente também têm influência na perspectiva de recuperação.

Conclusão

Como você pode perceber, o diagnóstico do câncer de mama é um processo complexo, que envolve desde os exames clínicos e de imagem, até a análise laboratorial de uma biópsia. Estar atenta para reconhecer os primeiros sinais da doença, manter exames de rotina em dia, e conversar com o médico sobre fatores de risco são ações fundamentais para diagnosticar a doença o quanto antes.